1 de março de 2017

Paris e pequenos problemas na viagem de ida



Paris com chuva, uma constante nesta época. Não nos incomoda em nada.

Nem tudo é um paraíso no 1º Mundo - se bem que eles têm muito pouco do que se queixar, pelos nossos padrões...

Não dá pra comprar uma passagem até Riga, no Brasil, sem pagar uma pequena fortuna. Decidimos parar um dia em Paris (chatro, né?) para pegarmos o vôo pra Riga, via Frankfurt, no dia seguinte, reduzindo o estresse de horários e perda da conexão, caso nosso vôo do Brazil atrasasse.

Na ida, fomos pela TAP, com poltronas extremamente desconfortáveis. O espaço é o padrão para os monetariamente prejudicados como nós, mas, o projeto do assento das poltronas certamente foi baseado naquela cadeirinha que aumentou o suplício de Cristo na cruz.

Né piada sobre os patrícios, não, mas, tínhamos que esperar os comissários repetirem o que diziam para os passageiros em inglês, acho que a tripulação inteira era de Traz-os-Montes... Ininteligível para simplórios brasucas.

Quase perdemos a conexão Lisboa/Paris. Motivo: imigração. Dois vôos chegando juntos, só um guichê pra atender todo mundo. E só 30 minutos pra conexão. No final, deu certo e chegamos em Paris sem outros sobressaltos.

Piso molhado, comida boa, transporte sem problemas. Jackie nem ligou pra chuva, claro. Paris!

Paris é bom mesmo quando é ruim. Chove bastante por lá nesta época, mas já nos acostumamos... Conhecemos um pequeno restaurante fantástico no 6ème, o Mamie Gateaux. Tortas e bolos fantásticos.


Moi, devant le Mamie Gateaux. Uma das melhores compras, em 2015, foi este chapéu de lã. 15 Euros na loja do Louvre. Praticamente dado.

Dia seguinte, embarcamos no CDG (havíamos chegado em Orly) para Riga. Vôo um pouco longo, já que teríamos conexão em Frankfurt, coisas de Lufthansa... Naquele dia (15/01) o frio foi forte (pra Paris) e as asas de nosso avião congelaram. Resultado: partimos com uma hora de atraso, até degelarem as asas do bicho.

A Lufthansa "segurou" a conexão em Frankfurt e conseguimos embarcar pra Riga. Chegamos em Riga e descobrimos, na esteira, que havia extraviado nossas malas. Pouca roupa de frio, principalmente eu, que estava somente com um tenis de pano. Mas estávamos com a segunda pele e os casacos mais pesados.

A Lufthansa nos forneceu um kit de emergência (camiseta branca XGG, escova e pasta de dentes, shampoo, aparelho de barba e uma escova de cabelos, inútil pra mim) e assim ficamos. Dr. Buryk nos aguardava ansiosamente - estávamos atrasados - no desembarque e levou-nos até Sigulda.

Foram 50 km bem bonitos, com muita neve nas árvores. E dois carros, um deles BMW, apostando corrida a mais de 200 km/h na estrada. Lá também tem trouxas com problemas sexuais que fazem este tipo de coisa. Uns 20 km pra frentre a BMW estava batida e a polícia e ambulâncias prestavam socorro...

Passamos a nossa primeira noite em Sigulda com o kit de emergência e comemos uma refeição caseira deliciosa no hotel. Valeu muito!










28 de fevereiro de 2017

Letônia

Na Velha Riga, a Blackheads House, a figura-símbolo da Lituânia em primeiro plano e, à direita, o Museu da ocupação

Por que a Letônia?

Com tanta Orlando e Miami pra se ir, vocês vão, justamente, para um pequeno país do Báltico, com uma economia minúscula e, pra piorar, em janeiro, no auge do terrível inverno deles?

Tivemos um motivo principal que nos levou até lá, e que, oportunamente, talvez divulguemos. E o secundário foi conhecer a Letônia e um pouco deste país distante de nós 13.000 km, difícil de chegar e, mais ainda, apaixonante.

Em nossas pesquisas sobre o país, quanto mais descobríamos, mais ficávamos surpresos - positivamente. Eles sempre foram dominados por outros povos, como os vikings, germânicos e russos (imperiais e soviéticos). Sempre disseram não a estas dominações, com maior ou menor sucesso.

No momento atual, junto com a Lituânia e a Estônia, são chamados de "Tigres do Báltico", membros da Comunidade Européia, cujas economias crescem a ritmo de Extremo Oriente (daí o apelido), são bem independentes e orgulhosos de onde chegaram.

Se você gosta de um turismo mais cultural, recheado de lugares históricos e com muita história interessante - e, para nós, brasileiros, desconhecida e fascinante - gosta de cultura e comida fantástica, e gosta de pagar pouco, este é um destino incrível. Até mesmo as compras podem fazer parte de seu roteiro, já que não é um país caro.

Acompanhe nossa viagem pela Letônia em nosso blog e veja se concorda conosco.

14 de junho de 2016

East River Ferry, Dumbo e Eataly (de novo) - 22/07/2015

Ficamos de manhã no hotel, arrumando coisas diversas, por conta de algumas coisas que teríamos que fazer em NYC.

19 de agosto de 2015

The Jane NYC e o Chelsea/Meatpacking

Não acreditamos que os posts de NYC ficariam completos sem mencionarmos o The Jane, um hotel MUITO diferente de tudo que você pode pensar...

31 de julho de 2015

Coney Island, o burlesco de NYC - 19/07/2015

Escolhemos o domingo, dia mundial da farofada, para irmos a Coney Island, um ícone inconteste e insuperável nesta modalidade de diversão.

Parques de diversão, cachorros-quentes emblemáticos, montanhas-russas fantásticas e históricas e, principalmente... gente divertida!

Farofa é farofa em qualquer parte...

30 de julho de 2015

18/07/2015 - um sábado chuvoso

Hoje choveu, nada de muito forte, mas ficou caindo água, esporadicamente, e só em alguns lugares (normalmente onde estávamos).

Aproveitamos pra fazer alguns passeios curtos pela cidade, concentrando nossas atenções na região do Bryant Park e a Public Library.

Nome da estação de metrô, em azulejos decorados e em alto-relevo

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