30 de julho de 2015

18/07/2015 - um sábado chuvoso

Hoje choveu, nada de muito forte, mas ficou caindo água, esporadicamente, e só em alguns lugares (normalmente onde estávamos).

Aproveitamos pra fazer alguns passeios curtos pela cidade, concentrando nossas atenções na região do Bryant Park e a Public Library.

Nome da estação de metrô, em azulejos decorados e em alto-relevo

 Uma coisa que o metrô daqui está restaurando são os nomes das estações, originalmente feitos em alto-relevo e em azulejos. E às vezes em mosaicos. Este aqui chamou-nos a atenção pela beleza embutida na simplicidade.
Poeta
 Paramos alguns minutos no Bryant Park para apreciar a beleza do lugar. E aí aproximou-se o poeta acima, interessadíssimo em contribuições financeiras para seu sustento. Após sua ode à beleza da Jackie e nosso amor incondicional - claro, evidente estava - ele ganhou 2 dólares, honestamente (poderia estar roubando, matando, estuprando, etc...). Ao fundo, mais próximo o Bryant Hotel. Eles contribuíram fortemente para a conservação do parque que, há uns 20 anos, era a crackolândia de NYC. Hoje é um local agradabilíssimo. Mais ao fundo o Empire State Building.
Fotos de um casamento na porta da Public Lybrary
 Passeamos pela Public Lybrary, acervo fantástico e 88 pontos de coleta/devolução/leitura em Manhattan. É o maior prédio do mundo, quiçá da América, totalmente - é, totalmente, seus pobres! - construído em mármore. Quando inaugurado, no começo do século XX, possuía um sistema de retirada de livros pneumático.

Claro, há aulas - grátis - de esgrima, conforme o cartaz acima. Claro, os noivos poderão, muito em breve, precisar delas. Sim, noivos. Tão bregas quanto nós, eles também tiram fotos de noivos, padrinhos, etc. em locais públicos, assim como fazemos no Ibirapuera, aqui em Sampa.
Pizza de mão
Sem muita inspiração para o almoço, resolvemos comer pizza no boteco em questão. Pizza linda, vendida em pedaços, que são assados (ou melhor terminam de ser assados) para cada cliente.
Uma das 117 plataformas da Grand Central Station
 Como americano sempre faz as maiores coisas do mundo, a Grand Central Station não poderia ficar atrás. Talvez hoje nem mais seja a maior do mundo. Mas, pra gente, ter 117 plataformas num lugar no meio de Manhattan significa alguma coisa.
Flatiron Building
 Ainda andando, fomos até o Flatiron District, assim nomeado em função de um edifício ali construído e que tem a forma de um ferro de passar roupas (flat iron). Nunca foi o mais alto de NYC, mas sempre foi emblemático, por motivos bem evidentes. Foi um edifício que marcou época - pela primeira vez na metrópole, os andares altos eram mais caros que os baixos. Motivo: foi o primeiro a ter elevadores!!!
No Eataly
Bem em frente fica o Eataly. Ainda não fui no de Sampa, mas irei, só pra comparar. Comemos neste restaurante de pasta. Todos eles (acho que são 5) são meio que fast food, mas é de ótima qualidade (o preço é um pouco salgado para fast food, mas a comida é muito boa).

Na mesa, além do azeite e pão, servidos como couvert, a cerveja IPA italiana (Shark Head, deliciosa) e uma água com gás aromatizada (os americanos chamam de sodas, refrigerantes, o que, para mim, parece correto, mas vai dizer isto pra um italiano...).

A variedade de produtos lá oferecida é imensa, idem para a qualidade. Não dá pra reclamar de nada. Havia um curso de pizzas (massa, molho, coberturas, etc.) mas, infelizmente, estava lotado. Fica pra próxima.

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