10 de outubro de 2010

Equipamento – fotografia, gps, intercom, ferramentas

Fotografia

Eu tenho uma Canon de filme, semi-profissional, com 31 anos de idade... Depois que a fotografia digital virou realidade, não tinha conseguido adaptar-me a nenhuma outra câmera.
O problema piorou com a presbiopia, ou vista cansada. Os displays das maiorias das câmeras não me serve sem óculos de leitura e com ele, principalmente sob sol, também é inútil. Eu preciso de uma câmera reflex, claro.

Apesar de haver outras, a que mais me agradou foi a Panasonic Lumix FZ-35. Lentes Leica Elmarit asféricas, zoom de 18 vezes, bem luminosa para o que se propõe (2.8 a 5.6). A eletrônica é fantástica, com um autofoco de uma rapidez incrível, programas de exposição maravilhosos e ajustáveis e um display ocular com toneladas de informação sem ser congestionado.

A câmera
Os modelos FZ-40 e 100 estavam para ser lançados quando de nossa viagem. A diferença entre estes e a FZ-35 é que o zoom é mais potente (24 X) e são máquinas mais orientadas a vídeo, o que não me interessa. Fato é que, com o lançamento destes modelos mais novos, consegui comprar a FZ-35, com 16 Gb de memória e mais um monte de acessórios e filtros (UV, polarizador e corretor de iluminação fluorescente) por menos de US$ 300.00.

A câmera correspondeu plenamente às minhas expectativas. Na verdade, superou-as, e muito.

A Jackie levou uma máquina da Casio, um pouco antiga, mas com a qual ela está acostumada e que usa no limite, tirando grandes fotos. Também faz vídeos muito, muito bons.

Compramos suportes para os guidões (US$ 10.00 cada), que funcionam bem. Entretanto, não usei muito - uma pedra perdida basta pra ferrar a máquina. A Jackie também não, já que o para-brisa da Heritage, se por um lado protege fisicamente a máquina, por outro insere uma quantidade enorme de reflexos nas imagens.

Estamos muito satisfeitos com as imagens que trouxemos de volta, claro.

GPS

Enquanto andamos de carro em LA (na chegada e nos dois últimos dias), o GPS valeu seu peso em ouro. Compramos um da Garmin, modelo simples e barato, sugestão do Magnus, que há uns dois anos mora nos States. Compramos também o suporte de guidão.

Os mapas são muito precisos nos States, assim como as indicações do aparelho. O problema foi o suporte de guidão. Há um plástico transparente no suporte, que é impermeável, e que, com o sol praticamente constante, tornava muito difícil a visualização das rotas na tela.

No final da viagem conseguimos um equilíbrio de brilho/contraste que melhorou bem a visualização da tela.

Intercom

Optamos por rádios CB (ou PX, por aqui), portáteis, com um kit de montagem no capacete. A opção foi válida. Os equipamentos bluetooth têm alcance limitado e este chega a alcançar 14 km.

O rádio intercomunicador e seus acessórios.
O problema com o equipamento são os acessórios para montagem no capacete. Ainda não temos familiaridade com todo o equipamento e depois postaremos mais a respeito.

Ferramentas

Comprei um kit básico da H-D, que vem em uma bolsa de couro sintético. Tem alicate, lanterna, capa de chuva descartável e ferramenta múltipla para vários tipos de cabeça de parafuso (Torx, fenda, Philips e Allen), além de cabo de bateria e fita isolante.

Como tínhamos a Eagle Rider como garantia, levamos o básico. O alicate serviu bem para aperto dos parafusos dos espelhos e pedaleiras. De resto, não usamos para mais nada, mas sempre é bom saber que, em uma emergência, ele pode servir.

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