24 de setembro de 2010

Grants, NM – Albuquerque, NM

Após o almoço partimos para Albuquerque, Novo México.
A cidade é MUITO legal! Juro! Em Albuquerque está o campus da New Mexico University e, por isso, a cidade é alegre e pulsante. De certa forma lembra Los Angeles, com suas freeways com asfalto escarificado. E há as montanhas em volta, lindíssimas. Aqui neva no inverno, a cidade deve ficar muito bonita, como vimos em diversos postais.

A entrada na cidade é bem parecida com a entrada de LA e chegamos por uma grande freeway. Nosso motel, de novo na Rota 66, ficava distante umas 10 milhas da I-40. Em Albuquerque a Route 66 passa a chamar-se Central Avenue.

Vista da Central Ave., em direção a leste
Central Ave., ex-Route 66, vendo-se o por-do-sol a oeste
O motel, University Lodge, está bem conservado e o quarto é bastante amplo. Chegamos, deixamos as bagagens e saímos. Carlos e eu precisávamos caminhar um pouco. Todo o tempo montado na moto não dá.

O University Lodge e a lua cheia, à beira da Route 66/Central Ave.
Fomos caminhando até o 66 Diner, distante pouco mais de 2 milhas. É uma bela caminhada para ir e voltar, mas valeu a pena porque, de novo, comemos demais!

O restaurante é o máximo: decoração incrível baseada em Elvis, Marilyn e as lanchonetes dos anos 50. Demais! A comida é excelente, abundante e barata! Em Albuquerque vá ao 66 Diner! #ficadica

Um dos murais do Route 66 Diner, com ícones americanos: Marilyn, Elvis, Route 66
Nós também vimos!
A fachada do Diner 66
Tomamos café da manhã no Java Joe, boteco cult da cidade. Mas a comida não é nada excepcional.

Em seguida, fomos à loja da Harley-Davidson trocar a manete do freio quebrada numa das vezes que eu caí da moto. Sim, depois de comprar terreno no Bagdad Café eu comprei outro num shopping de uma reserva indígena, que uma maldição fez quebrar a manete, e a outra foi em Winona, que a música recomenda não deixar de visitar, mas eu digo não tem nada lá pra fazer. Juro! Só uma porcaria de um acostamento cheio de pedriscos e gente muito, muito pobre morando em trailers.

Depois da H-D fomos ao New Mexico Museum of Art. O lugar é belíssimo, com um jardim de entorno lotado de esculturas de bronze. Também nos jardins há uma cápsula do tempo, com objetos do século XX guardados lá e para serem abertos em 2150.

Lateral do museu
Um dos muitos conjuntos de estátuas no entorno do museu
Um dos portões do museu

No museu, uma grande coleção de peças indígenas, espanholas e norte-americanas que contam a história do local. O Novo Mexico era parte do Mexico colonial e, claro, após sua independência da Espanha em 1821, era parte do Império/República mexicana. Entretanto, era uma província pouco cuidada pelos mexicanos, que encontravam-se em constante guerra civil. Em 1846, os States declararam guerra ao Mexico e tomaram, além da Califórnia, o Novo Mexico e o Arizona.

Após o museu fomos comer - e, novamente, escolhemos o Route 66 Diner. Estávamos cansados e voltamos para o motel para descansar e preparar-nos para o dia seguinte, nossa chegada a Santa Fe. Comemos em um restaurante em frente ao motel, extremamente acolhedor e decorado com motivos da década de 1950. No jukebox da Wurlitzer, músicas dos Beatles, Doors, Stones e outros.

77,1 milhas

4 comentários:

  1. Jacqueline, menina!!! Com tantos terrenos, vc vai ficar milionária quando a especulação imobiliária retomar! Estou acompanhando a novela com entusiasmo.hehehe. "Ride safe" pra vcs 2, ok?

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  2. Pois é! Mas acho que já está bom, né? Fiquei meio preocupada com o terreno comprado na reserva indígena por causa. Sabe essa coisa de espíritos dos antepassados etc? Mas acredito que um bom banho de descarrego brasileiro seja o suficiente para me purificar. Hahaha! Bjs

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  3. qua!qua!qua!
    qdo vcs chegarem a gente providendia umas ervas das boas e um bañhão de sal grosso, legitimamente brasileiros!!!

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  4. Por favor! Hahahaha! Bjs

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