19 de setembro de 2010

Febre consumista

Claro, todo cucaracho - nós brasileiros inclusos - sofre do mal do consumo reprimido.
Ao contrário da cultura norte-americana, sempre somos reprimidos quando se fala em consumo. Ele está sempre associado ao pecado original judaico-cristão - culpa leva muitos anos de terapia para ser curada.

Aqui, ao contrário, as pessoas costumam sentir-se culpadas por NÃO  consumir - elas sabem que, de acordo com as regras por elas mesmas definidas, se não há consumo, algo vai mal.

Com o intuito de ajudar a recuperação do país de Obama e, particularmente do estado do Governator, resolvemos gastar o que tínhamos e o que não tínhamos por aqui mesmo. A causa foi nobre e não nos sentimos culpados, mostrando que os vários anos de terapia não foi dinheiro mal empregado.

Claro, a maioria das bens de consumo adquiridos dividiram-se em duas categorias muito bem definidas: motocicletas e cosméticos.

Jaquetas, luvas, jeans, camisetas, adesivos, patches, botas, capacetes e peças diversas foram compradas para que o bom andamento da viagem não fosse prejudicado. Algumas peças para minha moto também foram compradas, para que a mesma não tenha problemas mecânicos quando de minha volta.

Seria impensável viajar com uma mulher até os Estados Unidos e ela não comprar cosméticos. Enough said.

2 comentários:

  1. Oba, notícias de vocês! Lembrei hoje à tarde (sábado): eles devem ter pegado a moto hoje!
    Comprem tudo, não se reprimam!! :-)

    Bjs!

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